Voltando ao assunto “como desenvolver pessoas passivas” eis a questão, como elas reagem?
Elas geralmente confundem comportamento assertivo com comportamento agressivo e acham difícil agir assertivamente. Elas acham que se fizerem uma declaração firme estarão sendo agressivas e equiparam o comportamento passivo à cortesia. É importante reconhecer essas reações- não presuma que um sorriso gentil significa que está tudo bem.
Há três indicadores importantes do comportamento passivo que identifica o problema:
- Linguagem falada – As pessoas que se comportam passivamente costumam usar expressões como: ” desculpe incomoda-lo mas…” ou “Sei que devo estar errado, mas…”
- Linguagem corporal- Sinais reveladores de comportamento passivo incluem:
- incapacidade de fazer contato visual
- inclinar-se e manter a cabeça baixa
- gestos nervosos como tocar o colarinho com os dedos ou brincar com o lápis, ou qualquer objeto em mãos
- falar com tranquilidade anormal
- uso excessivo de hã…. acho que… hã…
- dar um passo atrás quando alguém lhes dirige a palavra.
Resultado:
As pessoas passivas não gostam de decepcionar ou aborrecer os outros, motivo pelo qual assumem trabalho demais, ficam sobrecarregados e depois não conseguem dar conta. Eles podem torna-se irresponsáveis, não cumprir prazos ou, habitualmente, adiar decisões difíceis ou caminhá-las para um superior.
Vamos continuar falando sobre pessoas passivas, no próximo post “como enfrentar o problema”
By jozy
Imagem: Google
Como havia prometido, vamos voltar a falar sobre o comportamento das pessoas passivas, os motivos pelos quais elas agem assim passivamente.
Não é uma tarefa fácil, mas requer entendimento do problema do próximo porque isso inclui:
- crença equivocada de que não serão apreciadas se não concordarem e de que as pessoas sempre gostam de alguém que concordam com elas
- o desejo de agradar, sacrificando o realismo de longo prazo pela complacência e a concordância de curto prazo
- a sensação de que as outras pessoas são intimidantes
- não entender que elas têm direito às suas próprias opiniões e ideias
- falta de confiança em suas próprias opiniões e ideias
- falta de familiaridade com técnicas de assertividade
- incapacidade de ser ver como os outros as vêem
Entenda que, na maioria das pessoas passivas , essas atitudes e comportamentos estão profundamente enraizados. Eles não podem ser mudados da noite para o dia, e simplesmente dizer a uma pessoa passiva para se comportar de forma mais assertiva pode piorar a situação. É necessário que você se identifique com os problemas da pessoa, enquanto permanece comprometido a mudar seu comportamento.
No próximo post, vamos entender ainda mais como as pessoas passivas reagem.
Até lá.
By Jozy
Imagem: Google-Jardim da poesia
Oi pessoal,
Passei um tempo longe, refletindo, estudando, lendo, relendo, aprendendo e porque não dizer ensinando.
Estive participando de vários eventos, palestras e têm sido maravilhoso trocar experiência, conhecer pessoas e participar de discussões.
Também nesse tempo, li muito sobre o mundo corporativo, seu meio, suas influências, seu mecanismo, sua tônica, e confesso: tudo que li são coisas ditas diariamente pelas mais variadas formas todos os dias e por pessoas diferentes em todos os lugares do mundo. Há muitos e muitos sites, blogs que falam a mesma língua, todos falam sobre o mundo corporativo, sobre a gestão de pessoas, sobre as lideranças, os liderados, qualidade de vida no trabalho, gestão, conflitos, equipes, comunicação , etc…enfim.
Aí eu penso comigo: por que tanto se fala nesses assuntos e as pessoas continuam tendo problemas nas corporações? será a falta de alinhamento entre líderes e liderados? será falta de conhecimento, experiência em gestão?será porque as pessoas são complicadas mesmo??? e muitas questões vão por aí.
Mas então, como falar das mesmas coisas sem se tornar repetitivas? Tento através desse canal levar palavras, experiências das quais eu particularmente acredito piamente, e quero dividir com vc.
E se é isso, então vamos lá à nossas questões.
By jozy
Muito se escuta sobre como um líder deve comandar sua equipe, mas será que você está preparado para liderar a si próprio antes?
Lembra quando você está angustiado por que não consegue integrar os membros da sua equipe e alcançar os resultados desejados? Ou quando não consegue obter de outro departamento o que ficou combinado e sua área está prejudicada? Quando seu filho parece andar fazendo tudo para lhe contrariar? E, ainda por cima, você não está conseguindo equilibrar sua vida profissional com a tão sonhada qualidade de vida?
O que está em questão é a sua competência como líder. Mas quando se pensa em Liderança, a maioria da literatura e dos programas de treinamento parte do princípio que temos de nos capacitar para liderar … os outros! Ensina-se a como comandar os outros, como motivá-los, como ser um chefe melhor, como se relacionar melhor com pessoas difíceis, com os filhos, etc. Sempre os outros, como se o foco da liderança residisse nos liderados.
Nada de errado em tentar liderar melhor os outros. O problema é que técnicas e receitas de liderança não surtirão o efeito desejado se você não adquirir uma competência fundamental para o seu sucesso como líder: antes de pretender liderar os outros, aprender a liderar a você mesmo.
Importante que você adquira a atitude de liderar-se. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Mas isso só será possível se você tiver uma elevada dose de auto-conhecimento.
Exemplo
Por exemplo, se você se conhece bem e já sabe que é do tipo executor, que não planeja muito as ações e de certa forma atropela as circunstâncias no afã de realizar os resultados que deseja, nada melhor que ter em sua equipe uma ou duas pessoas que sejam mais do tipo planejadoras e contrabalancem essa sua característica pessoal.
Mas, se, pelo contrário, você for um líder que prima mais pelo planejamento detalhado e não está conseguindo realizar as metas que são esperadas de sua equipe, contrate pessoas mais realizadoras, do tipo “artilheiro”, aquelas que fazem gols e garantem os resultados do time, mesmo que não sejam tão qualificados como você gostaria.
O líder precisa aprender a liderar a si próprio também no que diz respeito a suas emoções. Isso se revela com clareza na hora de dar feedback a membros de sua equipe ou a familiares. Se você tem o chamado pavio curto e explode com facilidade quando algo não está indo de acordo com o que deseja, importante ter consciência disso e se disciplinar para avaliar desempenho dos outros ou para tentar ajustar o comportamento dos seus liderados, em vez de simplesmente dizer tudo que vem a cabeça e destruir a auto-estima dos que o cercam. Aprenda a reconhecer o que outros fazem de correto, valorize suas pequenas vitórias, use o seu ímpeto e arroubos emocionais mais nos momentos de feddback positivo, quando couber.
Liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. A disciplina 1.0 da Liderança deveria ser: Antes de Liderar os outros, aprenda a liderar a si mesmo. Mas isso não se ensina apenas em escolas…
Fonte: Portal Administradores – César Souza
Embora pareça contraditório, êxito também pode acarretar fracasso. É o que tem acontecido com muitas empresas que crescem rapidamente, mas de forma desorganizada. Com os profissionais, não é diferente: muitos alcançam cargos e salários mais elevados, e não sabem como lidar com a nova situação.
Na ânsia de aproveitar as oportunidades e responder às demandas, diversas organizações acabam aumentando o ritmo de trabalho e a capacidade de atendimento. Muitas vezes, porém, comprometem a qualidade do serviço e a própria imagem. Com profissionais que crescem rapidamente na hierarquia da empresa, é comum ocorrer dificuldade de lidar com o poder e o dinheiro que recebem, o que pode torná-los arrogantes, prepotentes e até endividados.
A solução para o problema não é necessariamente frear o crescimento, mas dedicar mais tempo à estruturação. Enfim, para que esse crescimento seja sustentável, a gestão, tanto da empresa como da carreira, precisa ser profissionalizada.
By Agillis
Na maioria da vezes, as pessoas passivas são superficialmente muito amáveis e ansiosas para agradar- até amáveis e ansiosas demais, pois o comportamento passivo geralmente caracteriza-se pelo desejo de evitar conflitos e de agradar os outros constantemente. Indivíduos passivos não gostam de enfrentar problemas e situações difíceis porque temem aborrecer os demais.
Eles cedem a exigências irreais e inatingíveis, dizendo um “sim” quando precisam dizer “não” (ou, pelo menos, “mas”). Prometem praz0s que não podem ser cumpridos, compromentendo-se a “dar o melhor de si”. Guardam os problemas para si mesmos e agem com cautela para evitar riscos. Isso pode provocar um efeito espiral-pouco a pouco, eles perdem a confiança dos que rodeiam, incluindo seu líder. A função do líder é ajudar essas pessoas a se desenvolver e se tornarem mais assertivas.
Há muitas razões para ajudar as pessoas passivas a mudarem de comportamento.
- Elas se tornam mais confiantes, sua auto-estima aumenta e, como sucesso gera sucesso, o comportamento assertivo recém-aprendido começa a emanar naturalmente.
- Uma comunicação melhor significa a exposição produtiva de problemas, menos prazos não-cumpridos e potencial reduzido de conflitos.
- As pessoas passivas aprendem a tomar decisões e a resolver problemas que, anteriormente, encaminhavam para solução de superiores ou de colegas.
A principal desvantagem de ajudar as pessoas a se desenvolverem é que isso leva tempo, tempo e mais tempo. Pessoas passivas requerem tratamento delicado, paciência e verdadeiro comprometimento do líder. Evitar o problema e as pessoas passivas pode resultar em:
- os indivíduos se tornarem cada vez menos confiantes
- um ciclo contínuo de baixa-estima, subdesempenho, aceitação de excesso de trabalho e prazos impossíveis, etc., causando absenteísmo e/ou doença (geralmente ligadas ao estresse).
- perda da confiança e respeito dos colegas, principalmente se sua passividade afetar o desempenho deles.
- os indivíduos não se arriscarem, evitando tomar decisões difíceis, o que pode ter efeitos desastrosos para a empresa.
No próximo post vamos entender melhor as pessoas passivas e o que podemos fazer para ajudá-las.
Até lá
By Jozy
É essencial conhecer os principais termos usados no mundo corporativo.
Mas C.E.O, o que quer dizer? Quer dizer chief executive officer, em resumo é o presidente da empresa. Aqui vão algumas outras definições sobre cargos em empresas. Presidente: o mesmo que C.E.O. Diretor e vice-presidente (VP) : no fundo, é a mesma coisa. A diferença está no jeito de falar. Enquanto um diretor diz ” isso aqui está uma bagunça” um VP diria “a presente situação requer a imediata implantação de uma governança corporativa”. O gerente diz “um profissional graduado ainda não entendeu bem o que a diretoria espera dele”. Quando fala sobre futuro é acusado de ser pouco operacional. E quando bota a mão na massa, é criticado por por não ter uma visão estratégica. Manager: é o mesmo que gerente, só que tem password ao invés de senha…
By Jozy
Imagem: RV30
O consumidor brasileiro se mostrou menos otimista, pelo segundo mês consecutivo (março/ abril) de acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), divulgado no início de maio, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Trata-se da segunda queda consecutiva. Os maiores recuos ocorreram com as variáveis que medem as expectativas dos consumidores, em relação à situação financeira e o nível de endividamento, que registraram uma retração de 5,2% e 4,6%, respectivamente.
Na realidade, estes números indicaram que os consumidores estão mais endividados e com a situação financeira pior do que a verificada nos últimos anos. Os dois índices foram os menores desde junho de 2009.
A expectativa para a renda pessoal caiu 4,5% na comparação com março, com o menor nível desde junho de 2008. O otimismo do consumidor também oscilou para baixo quanto à evolução futura da inflação (-1,3%) e do desemprego (-2,9%).
E por que começar este artigo de forma quase opocalíptica? Por uma razão muito simples. São em momentos como este que surgem as grandes oportunidades de crescimento no mercado, sejam eles para os fabricantes, sejam eles para as empresas do setor varejista.
Você já parou para pensar no que sua empresa se diferencia das demais no mercado? E o prezado leitor, ao ler esta matéria, sorri e poderá responder mentalmente que o que diferencia alguém no mercado é o preço!
Pois é, “Em terra de cego quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos vende mais!” E aqui vai uma observação: a frase é uma metáfora, nada contra as pessoas com deficiências visuais.

Em tempos de condições efêmeras e constantes adaptações, a necessidade de mudança nas empresas tornou-se lugar-comum. Ainda assim, muitas vezes ocorrem resistências. Os profissionais com freqüência se apegam a velhas fórmulas e dizem: “Mas eu sempre fiz assim”. Talvez o que eles não percebam é que esse sempre também precisa de atualização.
Não adianta insistir em aplicar receitas que deram certo no passado. O mundo mudou e está continuamente mudando. Antigamente, a concorrência era menor, o tempo de deslocamento era reduzido, a tecnologia não era tão avançada, o acesso às informações era mais restrito. Se o entorno está em constante movimento, cabe ao profissional procurar acertar os passos de acordo com a dança.
Muitas vezes, sem perceber, ele resiste à mudança e nem ao menos apresenta argumentos pertinentes para que ela não seja assimilada. É preciso, portanto, estar vigilante com a própria atitude.
Cuidado para não reagir por pura teimosia!
By Jozy
Imagem: Quebarato