Waldez Luwing
Uma boa tirada do administrador de empresas Waldez Luwing sobre mercado de trabalho.
Vale conferir.
Uma boa tirada do administrador de empresas Waldez Luwing sobre mercado de trabalho.
Vale conferir.
O que vem a ser exatamente uma pessoa produtiva? Em termo simples, é quem consegue fazer as coisas. Pessoas que realizam. Elas obtêm resultados impressionantes quando produzem regularmente, realizam pequenas coisas em curtos períodos -horas e dias. E realizam coisas grandes em intervalos grandes- meses, anos, até décadas. Ao longo de suas carreiras ou vidas, as realizações produtivas chegam a superar seus próprios sonhos.
Como elas fazem isso? O que as torna tão especiais? Primeiramente, as pessoas produtivas aprenderam como funciona a produtividade pessoal. Elas sabem exatamente o que fazer para concretizar seu potencial de produtividade. Em segundo lugar, transmitem aos outros este conhecimento. las ensinam a inspiram outras pessoas a serem altamente produtivas. Com isto, aumentam o poder de ação da produtividade. Se você inspirar várias pessoas a serem mais produtivas, sua própria produtividade se multiplica, principalmente se você for um empresário, administrador. ( Você acha que Bill Gates, Steve Jobs e outros fundaram empresas bilionárias completamente sozinhos? ) Inspirar produtividade nos outros é uma característica que todos os grandes líderes têm em comum.
By Jozy
baseado no livro”como liberar sua produtividade de Ricardo Ott”
Imagem: Google
O cartão de visita é um dos itens mais importantes em um contato profissional. Para os orientais, o valor do cartão de visitas é tão expressivo que o recebimento dele é feito com as duas mãos. É por meio dele que a pessoa do profissional e a empresa que ele representa iniciam uma interação que lhes oferece a possibilidade de serem conhecidos pelo outro.
Ensina o velho e sábio ditado que: “a primeira impressão é a que fica”. Portanto, ao se fazer uso do cartão, é necessário que algumas regras básicas devam ser observadas.
Antes de mais nada, não se deve esquecer que o cartão de visita é um material promocional que identifica uma pessoa e uma empresa. Ele reflete a identidade e a imagem corporativa da empresa, razão pela qual é considerado como uma ferramenta de grande valia para o profissional. Não fosse por muitas razões, bastaria pensar em seu pragmatismo: ele torna viável a ocorrência de contatos posteriores.
Em atenção a essas características, alguns cuidados devem ser tomados, que vão desde a confecção até a entrega em mãos.
O ideal é que o cartão seja confeccionado em uma gráfica. Devem ser evitadas impressões caseiras, pois o tipo de papel usado e a impressão de qualidade são essenciais para refletir uma boa imagem impressa.
Para que se alcance o sucesso em um primeiro contato e se possa ser lembrado de forma positiva, é essencial saber entregar e receber um cartão de visita. Esse pequeno pedaço de papel tem a força de um “ritual de saudação” no mundo dos negócios, quando ele informa ao interlocutor: quem é o profissional que ali se apresenta, o que esse profissional faz e como pode ser encontrado posteriormente.
Hoje, no ambiente corporativo, busca-se cada vez mais intensamente a presença de indivíduos. Ou seja, seres humanos capazes de conviverem em harmonia em um ambiente criativo. Mas, quem é o indivíduo? Como definir este ser? Indivíduo é um ser inteiro, indivisível, holístico. E como estes traços podem ser reconhecidos?
Perguntaram, certa vez a um bem sucedido homem de negócios o que faz uma pessoa criativa “funcionar”. Eis a resposta:“ O criativo quer ser um sabe tudo, quer saber todo tipo de coisas :história antiga, matemática do séc. XIX, técnicas modernas de produção, arranjos florais, preços do preço no mercado futuro. Porque nunca se sabe quando as informações vão se juntar para formar uma nova idéia Pode ser dali a seis minutos ,seis meses ou seis anos .”
Esta é a essência do ser indivíduo: buscar conhecimento. Conhecimento é a verdadeira matéria da qual são feitas as idéias . Entretanto, sabemos que conhecimento engavetado não cria novas realidades. Precisa sair das profundezas onde o guardamos para gerar descobertas. Descobrir consiste em olhar para o que todo mundo está vendo e pensar uma coisa diferente.
Eu ,por exemplo, busco manter o Olhar Maravilhado, com aquela inocência primordial dos “clowns de Shakespeare”.Ou dos Teletubies, que tomam creme gostoso. O que é infinitamente mais divertido, prazeroso e substancial do que tomar mingau.Eu decidi: vou passar a vida tomando creme gostoso.
Entretanto, como retirar os véus que encobrem o mundo?
Quero compartilhar um teste encontrato no site da Voce S/A que faz uma avaliação gratuita sobre carreira e finanças.
O teste é bem interessante e até da sugestão de melhoria de comportamento e desenvolvimento de carreira.
Aproveitem.
“O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade.” ( William Makepeace Thackeray)
Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?
Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.
É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.
Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.
Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.
Gosto de ler o livro de Paulo Angelim, “Desenvolvimento Profissional” nele a gente se esbarra com um monte de histórias que são vividas diariamente nas organizações e fora dela. Hoje resolvi escrever algo que li e me tocou profundamente. E então eu começo;
Por que é tão difícil perdoar? E quanto a pedir perdão? Também tem sido difícil? Você acredita que os grandes profissionais precisam desenvolver essa capacidade? Pode alguém ser um grande líder se não consegue pedir perdão e nem perdoar? Veja a história abaixo. Depois vamos mergulhar em si para descobrir, no sue íntimo, como tem trabalhando essas duas virtudes. Desde já, perdoe-me se eu tocar em algumas de suas feridas, mas é absolutamente necessário para que compreendamos o sentido do perdão. Veja a parábola abaixo encontrada em Mateus 18:23-35.
“Um rei (…) decidiu pôr em ordem suas contas com os criados. E quando estava fazendo isso, foi-lhe trazido um dos seus devedores que lhe devia 10.000 talentos! Ele não podia pagar; então, o rei ordenou que fosse vendido para pagar a dívida, bem como a sua esposa e seus filhos, e tudo que ele tinha. Mas o homem prostrou-se diante do rei, com o rosto em terra, e disse: ‘Oh , senhor, tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo’. Então o rei ficou cheio de pena dele, e soltou, e perdoou a sua dívida. Mas quando o homem saiu da presença do rei, foi a um homem que lhe devia 100 denários, o agarrou pela garganta , e exigia que lhe pagasse na hora. O homem prostrou-se diante dele e suplicava que ele lhe desse um pouquinho mais de tempo. ‘Tenha paciência, que eu o pagarei’ implorava ele. Mas o seu credor não queria esperar. Mandou prender e encarcerar o homem, até que a dívida estivesse totalmente paga. Então os amigos do homem foram ao rei e contaram o que tinha acontecido. O rei chamou à sua presença o homem que ele havia perdoado, e disse: ‘Seu malvado miserável!’ Eu lhe perdoei aquela dívida enorme, só porque você me pediu-Você não deveria ter pena dos outros, do mesmo modo como eu tive com você? Então o rei, irado, mandou o homem ser duramente castigado, até pagar o último centavo que devia. Assim meu Pai celeste fará, se vocês se recusarem a perdoar verdadeiramente os seus irmãos.” Read more »
O mundo corporativo mudou muito: hoje , vence o mais rápido. Mais vale tomar vinte decisões por dia, sendo cinco erradas, que tomar somente cinco decisões , mesmo sendo todas as cinco sejam certas.
Tudo porque o mundo está muito rápido, então, o mercado muda rapidamente. Conseqüentemente, o comportamento dos consumidores, colaboradores, fornecedores, e de todos os que fazem parte do jogo da vida corporativa também muda num piscar de olhos. Não podemos mais nos dar ao luxo de demorar e protelar a tomada de decisão.
Existem empresas que ficam analisando, analisando e analisando uma situação indefinidamente para depois tomar decisões. Essa “paralisia para analisar” é uma mal que as assola. Quando a decisão é finalmente tomada, já não tem mais a eficácia que poderia ter. Quantos negócios e clientes são perdido por falta de uma decisão rápida pela gerência, da diretoria ou de um colaborador de resolver um problema? Para decidir com rapidez, é preciso ter informação, por sua vez, é preciso descongestionar, liberar o processo de comunicação dentro e fora da empresa.
É preciso que a comunicação flua de baixo para cima e de cima para baixo na hierarquia. O caso típico é, em uma empresa, subirem informações, e descerem decisões. Se as primeiras subirem truncadas, as segundas terão mais chances de serem incorretas, contraditórias e confusas.
Libere o processo de comunicação em sua empresa, promovendo reuniões abertas, círculos de qualidade, grupos de estudo etc. Faça todos se sentirem realmente comprometidos com o processo de tomada de decisões cada vez mais rápidas, cada vez mais acertadas, cada vez mais assumida com total responsabilidade. Permita o erro. Faça seus colaboradores tentarem mais, proporem mais, fazerem mais, decidirem mais.
E lembre-se de uma coisa: se tiver uma ideia boa, corra para implementá-la, pois, sem dúvida ela também terá ocorrido para mil pessoas. Vencerá quem a fizer. E ela será feita por quem tomar primeiro a decisão de realmente fazê-la.
By Jozy.
Baseado no livro de Luiz Marins “Dicas para ser um profissional de sucesso”
Imagem: Luzdapenumbra
Muitos profissionais pretendem crescer dentro da empresa e alcançar cargos mais elevados. Para isso, o primeiro passo deve ser deixar clara essa intenção aos seus superiores.
É preciso expor seus desejos abertamente em reuniões, mostrar-se preparado e revelar aos líderes os desafios que gostaria de receber. Mas cuidado: o momento econômico ainda requer prudência. Passado o pior da crise, é importante manter a cautela ao fazer movimentações. De olho em uma oportunidade futura, o profissional deve continuar tendo uma atitude positiva e proativa, procurando aprimorar seus conhecimentos e suas habilidades.
Enfim, ainda que o momento não seja o mais oportuno para promoções, não custa nada comunicar suas intenções. Sem comunicação, não há ascensão.
Ágilis by Jozy
Imagem: Google
Achei muito interessante de quero compartilhar com você esse novo modelo de liderança.
Quando o assunto é liderança, o nome de Akio Morita, o lendário fundador da Sony e autor do best-seller “Made in Japan”, é sempre uma referência.
Mas, mais importante do que os notáveis produtos que a empresa lançou no mercado mundial foi o fato de que Akio Morita e o seu menos conhecido sócio, mas o principal fundador da Sony, Masaro Ibuka, se tornaram símbolos de uma geração japonesa guiada pela tecnologia, que transformou um país completamente devastado pela Segunda Guerra em uma das principais potências industriais do mundo.
Tudo começou na tarde de 7 de maio de 1946, quando cerca de vinte pessoas se reuniram no terceiro andar do edifício destruído de uma loja de departamentos no centro de Tóquio para fundar a Tokyo Tsushin Kogyo, mais tarde conhecida como a Sony Corporation.
A nova marca era mais fácil de ser pronunciada no mundo inteiro e se inspirava no termo latino que quer dizer “som”.