2010 fevereiro | rh.Zona8.com.br

Líderes, não gerentes!

Olá  pessoal!

Depois de alguns dias de descanso é hora de voltar ao batente.  Afinal, parece que o ano no Brasil só funciona mesmo depois do carnaval. Durante esse tempo, descansei, brinquei, li bastante e quase sempre leituras sobre formação de líderes. Por isso, resolvi postar alguma coisa a esse título.

Sejam bem-vindos de volta!

Considerando as diferenças entre líderes e gerentes como diferentes entre aqueles que dominan o contexto e aqueles que se redem a ele. Além desta, há outras diferenças grandes e cruciais:

        1. O gerente administra, o líder inova.
  1. O gerente é uma cópia, o líder é original.
  2. O gerente mantém, o líder desenvolve.
  3. O gerente prioriza sistemas e estruturas, o líder prioriza pessoas.
  4. O gerente depende de controle, o líder inspira confiança.
  5. O gerente tem uma visão de curto prazo, o líder perspectiva de futuro.
  6. O gerente pergunta como e quando. o líder o que e por quê.
  7. O gerente vive com os olhos voltados para o possível, o líder com os olhos voltados para o horizonte.
  8. O gerente imita, o líder inventa.
  9. O gerente aceita o statuo quo, o líder o desafia.
  10. O gerente é bom soldado clássico, o líder é seu próprio comandante.
  11. O gerente faz as coisas direito, o líder faz a coisa certa.

Para alguns conceituados estudiosos, os gerentes usam chapéus quadrados e aprendem treinando. Líderes usam sombretos e optam pela educaçã0. Vejamos as diferenças entre educação e prática:

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Volto logo ;)

Pessoal,

Estou em falta com vocês, pois estou de férias. Mas logo em  breve terei mais coisas boas para contar.

Aguardem!

Beijos,

Jozy

O que os líderes fazem na ausência do dono?

Vou parafrasear uma parte da música “Quatro vezes você“, do grupo Capital Inicial, e fazer duas pergutas provocativas: O que você faz quando ninguém no escritório está vendo? E o que você gostaria de fazer se o seu chefe, ou dono da empresa, não pudesse ver?

Nem tente responder! Na verdade, não quero que você fique alimentando suas fantasias ou abrindo espaço para dar vazão às suas  possíveis frustrações e raivas corporativas. Também devo admitir que você pode estar- e espero que esteja – entre os muitos bons profissionais  que aproveitariam a chance de agir sem ser notados para viabiliazar grandes ideias, lançar produtos inovadores, ou fazer as benditas e necessárias mudanças que vêm sendo rejeitadas.

Mas não quero me concentrar nesses profissionais do “bem, que muitas vezes são cercados pelo ambiente macabro, ditatorial e terrorista que alguns “líderes do mal”criam. Quero falar  exatamente desses supostos líderes que criam esses horrendos ambientes exatamente quando seus superiores não podem ver o que eles estão fazendo.

Não resta dúvidas de que a inversão de valores que leva esses profissionais a agir dessa forma é fruto de seu caráter mau. E segundo Parke Kalhenberg “reputação é o que  você faz quando os outros estão vendo; caráter é o que você faz quando ninguém está olhando”. Veja bem: para esses profissionais ,”‘todos” é composto somente daqueles que lhe interessam para conquistar a reputação que tanto ambicionam em sua escalada de poder. Por isso agem polidamente com eles. Porém, como para eles os subordinados são “ninguém” mesmo, então podem agir de acordo com o seu caráter. Malcon Forbes disse que “você pode facilmente julgar o caráter dos outros pela forma como eles tratam aqueles que não podem fazer nada por eles ou para eles”. E segundo Abraham Lincoln, “se você quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe poder”.

Portanto, se você é líder no topo de uma organização, muito cuidado com o que fazem seus outros líderes, principalmente quando você não está por perto, ou quando o dono não está por perto. Corre-se o grande risco de eles não terem grandeza de caráter suficiente para entender e praticar a correta autoridade. Mas não se preocupe: um dia, menos dia, você acabará percebendo o resultado do comportamento pela saída dos grandes talentos de sua empresa ou pela quada de vendas ou da produtividade da empresa. O problema é que pode ser tarde demais. Por isso, que tal uma voltinha pela empresa, olhar, escutar os subordinados, gerentes, chefes, o que andam fazendo quando você ou o dono não está por perto? A não ser que você seja o problema. É?

Jozy

Ref: Paulo Angelim

Imagem: vcviu.com

Profissional bom se conhece pelo fruto?

Como você avaliaria um bom profissional? Como o mercado faz ou deveria fazer a distinção entre quem é bom e quem é ruim em determinado setor? Leia a parábola abaixo e descubra o que Cristo nos ensina a esse respeito.

Cuidado com os falsos mestres que vêm disfarçados em ovelhas inofensivas, mas são lobo, e vão despedaçar vocês. Vocês podem descobri-los pela maneira como agem, tal como podem identificar uma árvore pelo seu fruto. Vocês nunca confundirão uam videira com um espinheiro! Ou figados com cardos! As diversas qualidades de árvores frutíferas podem ser rapidamente identificadas pelo exame do seu fruto. Uma árvore que dá bons frutos nunca dá um fruto que não se pode comer. E uma árvore que sempre dá frutos ruins nunca dá um fruto que se pode comer. Por isso, as árvores que têm um fruto que não se come são cortadas e atiradas no fogo. Sim, o meio de identificar uma árvore ou uma pessoa é pela qualidade do fruto que dá“  Matheus 7:15-20

Acredite , a qualidade de seu trabalho reflete quem você é e que tipo de profissional você é. Se quisermos conhecer um profissional, basta olhar para a qualidade dos resultados que tem gerado, através do trabalho que tem feito. Para conhecer mesmo um profissional, não adianta escutar o que ele diz que vai fazer ou olhar apenas para o que fez no passado. Seu histórico não é garantia de que continuará sendo bom..

Assim como na parábola, existem muitos falsos profissionais que se camuflam com pele de cordeiro, mas que são como lobos vorazes. São piores do que aqueles que se manifestam como lobos desde o início. Desses, pelo menos, nos acautelamos desde o princípio. Os falsos profissionais são, geralmente, dissimuladores. Em dinâmicas de grupo ou em reuniões de diretoria, na frente de diretores, superiores,, mostram-se cooperativos, parceiros, compreensivos, verdadeiros líderes. Mas quando voltam ao exercício diário de seus cargos, produzem os frutos condizentes com as árvores que são.

As árvores ruins frustam, decepcionam, principalmente porque muito é investido nelas: água, cuidado, tepo, adubo. E na hora da colheita, o que as empresas colhem são frutos ruins, podres, amargos, com pouco sumo e débeis. A parábola é bem clara quanto ao fim das árvores que produzem maus frutos: o fogo. Profissionalmente falando, este fogo tem um nome: desemprego. É isso mesmo: árvore ruim é jogada na rua. São cada vez mais raras as empresasque preferem manter árvores ruins em seus campos. Nem mesmo por sentimentalismo ou parentesco. As empresas modermas, profissionais e competitivas não se permitem sustentar essa plantação de árvores ruins.

Felizmente, na vida corporativa, assim como na vida espiritual, as árvores ruins podem ser reciclada, ou geneticamente (mentalmente e espiritualmente) modificadas para se transformar em boas árvores, que dêem bosn  resultados, ou seja, bons frutos. Sem dúvida isso exigirá do profissional muito esforço, dedicação, empenho, estudo e treinamento- principalmente muito treinamento. Afinal, o grande desafio da renovação de alguém está na mudança de hábito, e nãoo na mudança de ideias.

Como na parábola, existem também aqueles profissionais que não são ruins, mas estão no lugar errado, na plantação errada, tentando produzir um fruto que são incapazes de gerar, até por uma questão de vocação. Muitas vezes esses profissionais  não podem ser classificados como árvores ruins, mas inadequadas. As empresas querem figos, e elessó podem gerar maçãs. É um caso de mudança de setor, de área ou mesmo de empresa. Mas não se iluda: a avaliação de quem é bom profissional nunca é feita pela promessa, mas pelo resultado, pelo fruto.

E você, que tipo de frutos você tem produzido?

Adaptação Jozy Machado

Baseado na obra de Paulo Angelim

Imagem: Google

Curta esse “curta”

Esse vídeo é muito bacana. Eu me pergunto: de onde os gênios tiram suas inspirações? Acho que esse vídeo responde.
Esse projeto também tem um blog super bacana, que merece a visita:Click aqui

Ande o “quilômetro extra”

Há pessoas que vivem “se economizando”. Fazem apenas e tão-somente a tarefa que lhe foi dada e pronto. Não se comprometem nem um pouco além da sua “súmula básica de atribuições” e do que foi “estritamente estipulado no contrato”. Não andam nem um “quilômetro extra”e por isso, não têm sucesso, não vencem na vida.

Andar o “quilômetro extra”, acredite, é o grande segredo dos vencedores.

Isso é fácil de compreender. São poucas as pessoas que andam esse “quilômetro extra”, e é justamente nele que a estrada é mais vazia. Sendo mais vazia, com menos tráfego, essas pessoas podem correr mais, desenvolver uma velocidade maior e, portanto, chegar sempre na frente, chegar sempre primeiro ao sucesso.

Pessoa que não andam o “quilômetro extra” vivem no trânsito congestionado, onde estão todos os comuns, os medíocres. Vivem, portanto, dando trombadas nas outras e podem mesmo ficar paradas nesse congestionamento, chegando sempre tarde, sempre atrasadas, invariavelmente são nervosas, facilmente irritáveis. com baixa criatividade e nenhum poder de inovação.

Lembre-se: no mundo competitivo e dinâmico em que vivemos , a velocidade é essencial. E só poderemos imprimir velocidade à nossa vida quando a estrada é segura, livre e sem congestionamentos que nos fazem perder tempo.

Ande o “quilômetro extra”! Vá além!

Jozy

Baseado no livro de LUis Marins “Dicas para ser um profissional de sucesso”

Imagem: Google