Como você avaliaria um bom profissional? Como o mercado faz ou deveria fazer a distinção entre quem é bom e quem é ruim em determinado setor? Leia a parábola abaixo e descubra o que Cristo nos ensina a esse respeito.

“Cuidado com os falsos mestres que vêm disfarçados em ovelhas inofensivas, mas são lobo, e vão despedaçar vocês. Vocês podem descobri-los pela maneira como agem, tal como podem identificar uma árvore pelo seu fruto. Vocês nunca confundirão uam videira com um espinheiro! Ou figados com cardos! As diversas qualidades de árvores frutíferas podem ser rapidamente identificadas pelo exame do seu fruto. Uma árvore que dá bons frutos nunca dá um fruto que não se pode comer. E uma árvore que sempre dá frutos ruins nunca dá um fruto que se pode comer. Por isso, as árvores que têm um fruto que não se come são cortadas e atiradas no fogo. Sim, o meio de identificar uma árvore ou uma pessoa é pela qualidade do fruto que dá“ Matheus 7:15-20
Acredite , a qualidade de seu trabalho reflete quem você é e que tipo de profissional você é. Se quisermos conhecer um profissional, basta olhar para a qualidade dos resultados que tem gerado, através do trabalho que tem feito. Para conhecer mesmo um profissional, não adianta escutar o que ele diz que vai fazer ou olhar apenas para o que fez no passado. Seu histórico não é garantia de que continuará sendo bom..
Assim como na parábola, existem muitos falsos profissionais que se camuflam com pele de cordeiro, mas que são como lobos vorazes. São piores do que aqueles que se manifestam como lobos desde o início. Desses, pelo menos, nos acautelamos desde o princípio. Os falsos profissionais são, geralmente, dissimuladores. Em dinâmicas de grupo ou em reuniões de diretoria, na frente de diretores, superiores,, mostram-se cooperativos, parceiros, compreensivos, verdadeiros líderes. Mas quando voltam ao exercício diário de seus cargos, produzem os frutos condizentes com as árvores que são.
As árvores ruins frustam, decepcionam, principalmente porque muito é investido nelas: água, cuidado, tepo, adubo. E na hora da colheita, o que as empresas colhem são frutos ruins, podres, amargos, com pouco sumo e débeis. A parábola é bem clara quanto ao fim das árvores que produzem maus frutos: o fogo. Profissionalmente falando, este fogo tem um nome: desemprego. É isso mesmo: árvore ruim é jogada na rua. São cada vez mais raras as empresasque preferem manter árvores ruins em seus campos. Nem mesmo por sentimentalismo ou parentesco. As empresas modermas, profissionais e competitivas não se permitem sustentar essa plantação de árvores ruins.
Felizmente, na vida corporativa, assim como na vida espiritual, as árvores ruins podem ser reciclada, ou geneticamente (mentalmente e espiritualmente) modificadas para se transformar em boas árvores, que dêem bosn resultados, ou seja, bons frutos. Sem dúvida isso exigirá do profissional muito esforço, dedicação, empenho, estudo e treinamento- principalmente muito treinamento. Afinal, o grande desafio da renovação de alguém está na mudança de hábito, e nãoo na mudança de ideias.
Como na parábola, existem também aqueles profissionais que não são ruins, mas estão no lugar errado, na plantação errada, tentando produzir um fruto que são incapazes de gerar, até por uma questão de vocação. Muitas vezes esses profissionais não podem ser classificados como árvores ruins, mas inadequadas. As empresas querem figos, e elessó podem gerar maçãs. É um caso de mudança de setor, de área ou mesmo de empresa. Mas não se iluda: a avaliação de quem é bom profissional nunca é feita pela promessa, mas pelo resultado, pelo fruto.
E você, que tipo de frutos você tem produzido?
Adaptação Jozy Machado
Baseado na obra de Paulo Angelim
Imagem: Google