Eu e os outros
“Como trabalhar bem com os outros? Como entender os outros e fazer-se enternder? Por que os outros não conseguem ver o que eu vejo, como eu vejo, por que não percebem a clareza da minhas intenções e ações? Por que os outros interpretam erroneamente meus atos e palavras e complicam tudo? Por que não podemos ser objetivos no trabalho e deixar problemas pessoais de fora? Vamos ser práticos, e deixar as emoções e sentimentos de lado…”
Quem já não pensou assim, alguma vez,e m algum momento na vida?
Desde sempre, a convivência humana é difícil e desafiante. Estaremos realmente condenados a sofrer com os outros? Ou podemos ter esperanças de alcançar um convivência razoavelmente satisfatória e produtiva? Pessoas convivem e trabalham com pessoas e portam-se como pessoas, isto é, reagem às outras pessoas com as quais entram em contato: comunicam-se, simpatizam, e sentem atraçoes, antipatizam e sentem aversões, aproximam-se, afastam-se, entram em conflito, competem, colaboram, desenvolvem afeto.
Essas interferências ou reações, voluntárias ou não, intencionais ou não, constituem um processo de interação humana, em que cada pessoa na presença de outra pessoa não fica indiferente a essas situação de presença estimuladora. O processo de interação humana é complexo e ocorre permanentemente entre as pessoas, sob a forma de comportamentos, manifestos e não-manifestos, verbais e não verbais, pensamentos, sentimentos, reações mentais e/ou físico-corporais.
Assim, uma olhar, um sorriso, um gesto, uma postural corporal, um deslocamento físico de aproximação ou de afastamento constituem formas não-verbais de interaçao entre as pessoas. Mesmo quando alguém vira as costas ou fica em silêncio, isto também é interação. E tem um significado, pois comunica algo aos outros. O fato de “sentir”a presença dos outros já é uma interação.
A forma de interação humana mais frequente e usual, é representada pelo processo de comunicação, seja verbal ou não verbal.
By Jozy
Referência : Fela Moscovici-DI
Imagem: Clickindaia




têm nas comunidades em que atuam.

Independente do seu porte, do faturamento, do impacto dentro do mercado que atua, um fato é concreto: a empresa sempre terá que assegurar o equilíbrio entre os recursos existentes em suas atividades. Normalmente observamos os gestores preocupados com os aspectos operacionais, comerciais, financeiros e de uma certa forma negligenciam os talentos que estão inseridos em várias áreas da empresa.