2009 novembro | rh.Zona8.com.br

Os perfis dos eternos candidatos

A seguir, um breve perfil de cada um:

1. O Multiuso

Posso assumir qualquer função, só não posso ficar sem trabalhar.

2. O Franco atirador

Tudo é interessante, não há critérios para este candidato.

3. O Descansado

Se já avisou a todos e distribuiu currículos, não sente espere. Procure novos caminhos, cursos de atualização, etc.

4. O Panfleteiro

Seu currículo não é panfleto. Não saia distribuindo por aí aos quatro cantos, junto desperdiça energia.

5. O Narciso

Não fale só de suas habilidades e qualidades, mas mostre como você pode ajudar a empresa a crescer e alcançar resultados agregue valor.

6. O Humorista

Oh dia, Oh céus, oh luz. Não implore emprego ou apresente-se pessimista e de baixa estima. Também não seja sarcástico ou hilário demais. O humor abre ou fecha portas, cuidado na dose!

7. O Desorganizado

Não perca uma vaga por atraso, falta de documentação, erro no endereço ou data.

8. O Incrível

Você não é super herói, não tente fazer tudo sozinho. Pode pedir ajuda aos amigos e a profissionais para se recolocar no mercado e tem sim o direito de estar fragilizado.

9. O Oportunista

Só se vende quando vê oportunidade, no restante, baixa a guarda de seu marketing pessoal. Só acredita nas possibilidades declaradas, vagas anunciadas. Não vê que vagas podem ser abertas se demonstrar talento sempre.

10. O Cifrão

Pensa só em números, especialmente em dinheiro. É claro que o salário é importante, mais não é o único atrativo em uma empresa, vaga ou entrevista. Prepare-se para responder sobre outros assuntos nas entrevistas.

Fonte: Jornal Hoje

Fonte imagem: Trocista

Qualidade de vida no trabalho

Os programas de Qualidade de Vida no Trabalho têm como objetivo criar uma organização mais humanizada, mediante maior grau de responsabilidade e de autonomia no trabalho, recebimento mais constante de feedback sobre desempenho, maior variedade e adequação de tarefas e ênfase no desenvolvimento pessoal do individuo. Estes programas constituem uma das mais eficazes formas de obtenção do comprometimento das pessoas, uma vez que favorecem o envolvimento dos empregados nas decisões que influenciam suas áreas de trabalho dentro da empresa.

Os programas de QVT envolvem a resolução participativa dos problemas, reestruturação do trabalho, inovações do sistema de recompensas e melhoria do meio ambiente do trabalho. Costumam, às vezes, apresentar dificuldades para serem implantados. Como envolvem custos para a empresa e têm poro alvo principal os empregados e não a organização, algumas vezes é difícil conseguir a adesão da alta administração. Esses programas, no entanto, orientam-se também em direção à melhoria na eficácia organizacional, já que esta tem como pré-requisito a satisfação do individuo que se intensifica por meio da participação nas decisões e na melhoria das condições em que se desenvolvem seu trabalho.

Um programa de QVT tem geralmente três componentes:

1 – Ajudar os funcionários a identificar riscos potenciais de saúde.

2 – Educar os funcionários a respeito de riscos de saúde, como pressão sanguínea elevada, fumo, obesidade dieta pobre e estresse.

3- Encorajar seus funcionários a mudar seus estilos de vida através de exercícios, boa alimentação e monitoramento da saúde.

As estratégias para a prevenção de doenças e a promoção da saúde ganham cada vez mais importância nas empresas. Por dois motivos em especial: “o absenteísmo relacionado a afastamentos custa caro e quanto mais os funcionários utilizam o plano de saúde, mais ele pesa para os cofres da organização”, explica André Alexandre Osmo, diretor médico do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, que tem um serviço especial de check-up para executivos.

A preocupação com a qualidade de vida é um fator em ascensão no âmbito organizacional. Inúmeros fatores externos (doenças e adversidades) permeiam o trabalho das pessoas. Os programas de qualidade de vida podem ser de vital importância para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus colaboradores, bem como com o desenvolvimento eficaz das organizações.

A vida do homem moderno, nos grandes centros urbanos, está cada vez mais amarrada ao enfrentamento de situações críticas para a sua subsistência, tais como alimentação, moradia, transporte, ensino, saúde e a própria manutenção do seu emprego. Todas elas geradoras de prejuízos físicos e psicológicos. Hoje, exige-se dos funcionários eficiência e alta produtividade em tempo limitado, porém, em condições inadequadas de trabalho, com problemas de ambiente e equipamentos. Tais condições acabam levando a insatisfações, cansaços excessivos, queda de produtividade, problemas de saúde e acidentes de trabalho.

As empresas procuram hoje qualidade de vida no trabalho, na esperança de promover um envolvimento e motivação do ambiente e proporcionar assim um aumento da produtividade, além disso, a atividade física, no âmbito da empresa é uma questão relacionada à promoção de saúde, não apenas como ausência de doença, mas como estado completo de bem- estar físico, mental e social.

Fonte: Administradores.com

Fonte imagem: Google

Superação

O caminho da superação

Enfrentar as adversidades da vida não é fácil. Mas, quando conseguimos subjugar os problemas, saímos restaurados, firmes para continuar em frente. Assista o vídeo e veja o exemplo.



Assédio Moral no trabalho

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.

Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:

  1. repetição sistemática
  2. intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)
  3. direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)
  4. temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)
  5. degradação deliberada das condições de trabalho

Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização”, onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.

Para saber mais, acesse : http://www.assediomoral.org/

Fonte imagem: google

Desafios

Fonte:Imagem/google

Segredo do comprometimento das pessoas

A pergunta não quer calar;

Quais os desafios dos gestores em desenvolver tal sentimentos nos colaboradores?  Deixe sua opinião…


Trabalho em equipe

O fato é que trabalhar em equipe exige de nós um comportamento mais pró-ativo. O vídeo em anexo mostra o resultado de um trabalho feito em Equipe, veja que perfeição.



 
Fonte: planeta educação

A história das coisas

A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, que vai direto ao ponto: como colaboramos diariamente pra destruir o planeta. Mostra passo a passo a cadeia de eventos que vai da exploração dos recursos naturais, passando pelo produto manufaturado, a compra e o descarte, até chegar ao lixão. Mas o diferencial aqui é que não é um documentário no estilo BBC ou National Geographic. É explicado com desenhos (toscamente) animados, e numa linguagem simples (sem ser simplista) que se torna interessante e compreensível até para crianças pequenas. E o melhor: é dublado!

Click aqui para ver o vídeo


hr.com

Se você um profissional de RH brasileiro dotado de dúvidas sobra a sua área, não se apavore! Há profissionais do mundo todo na mesma situação.

Prova disso é o fórum de discussão promovido pelo portal HR.com, onde é possível compartilhar dúvidas e acertos com profissionais de diversas partes do mundo.

Visite o site


Vamos brincar um pouco?

Como anda o seu cansaço?

O cansaço/fraqueza pode estar simplesmente relacionado ao ritmo alucinante do cotidiano das pessoas ou pode ser um sintoma sério de mau estado de saúde. As dores e o cansaço físico passam a ser freqüentes devido a uma rotina estressante. Além dessas causas, o cansaço crônico pode ser provocado por problemas psicológicos; enfermidades ou doenças recentes; má alimentação; excesso de esforço físico e mental; gravidez; amamentação. Nós nos expressamos por meio de nosso corpo, e é justamente nele que se soma todo o estresse físico e mental. O cansaço é a debilitação das suas forças, causando fraqueza em um ou mais músculos do corpo. O cansaço pode ser provocado por noites mal dormidas ou por cansaço físico e muscular.

fonte/imagem: google

Faça o teste e descubra.

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Como lidar com as brigas no ambiente de trabalho?

Discussões são habituais, mas podem prejudicar prejudicar profissionais e levar à demissão. Saiba como se posicionar quando desentendimento ocasionam uma briga.

A área de RH sabe que na maioria das vezes contrata-se por qualificação profissional e demite-se por problemas de relacionamento. É importante, então, que as pessoas saibam comporta-se no ambiente de trabalho para não correr risco de perder o emprego.

No entanto, às vezes acontecem discussões entre colaboradores que ocasionam uma briga que, dependendo da maturidade de cada um, pode perpetuar-se e afetar o desempenho do profissional e, conseqüentemente, seus resultados.

Destaco algumas dicas para lidar com esses tipos de briga, ser bem – visto e não correr o risco de ser mandado embora:

  • Etiqueta é educação e educação é respeitar o próximo: portanto, tenha etiqueta e respeite todos os seus colegas de trabalho, sejam eles seus superiores, pares ou subordinados. Respeito é bom e conserva o emprego.
  • Seja paciente. Caso faltem com o respeito em relação a você, procure não revidar na mesma moeda. Ao contrário, seja paciente e demonstre respeito mesmo para com quem não tem costume de respeitar o próximo.
  • Seja prudente e aja com inteligência. Principalmente se sentir que estão tramando contra você ou agindo às suas costas. Infelizmente é normal situações destas acontecerem no ambiente corporativo. CUIDADO!!! muitas vezes, tudo o que você não pode perder é a paciência ou o controle. Respire fundo e aja com cautela.
  • Em particular, procure seu desafeto. Em casos em que você e a outra pessoa do seu ambiente não estão se dando bem, procure-a e, em particular, exponha o problema que os aflige. Busque uma linha de harmonia e entendimento. Acredite, muito melhor ter o seu desafeto alinhado com você do que não tê-lo.
  • Direcionar a raiva a alguém é desperdício de energia. O controle emocional é muito importante para evitar brigas.
  • Perdoar. Desculpar alguém é o melhor caminho para ter um relacionamento saudável com os colegas de trabalho. É uma forma de exercer o auto-respeito e prospectar uma consideração futura por parte daqueles que provocam mágoas ou decepções.
  • Maturidade. deixar de lado as questões pessoas sempre é difícil, mesmo no ambiente de trabalho. No entanto é necessário tentar ao máximo não misturar as coisas.
  • Avaliar o próprio comportamento. Situações conflitantes são boas a uma auto-reflexão para rever alguns valores e avaliar as próprias atitudes que podem ser mudadas.
  • Expor os sentimentos com bom-senso. O controle emocional e o auto-conhecimento fazem com que a pessoa deixe claro seu ponto- de- vista sem machucar ou ser insensível com a parte envolvida.
  • Em último caso, fale com o seu superior. Caso ja tenha tentado se entender com seu desafeto de diversas maneiras, mas nenhuma dela deu resultado, talvez seja bom expor isso a seu superior, não com o intuito de fofocar, mas para proteger sua imagem. Se pensa em fazer isso, é bom informar antes ao seu desafeto.