Reconhecimento diário

O melhor elogio é aquele que é feito pessoalmente, na hora, de maneira específica, sincera, de modo positivo e proativo. Em questão de segundos, ele expressa a seguinte ideia: “vi o que você fez, considero muito importante, estou grato e feliz por isso” – poucas palavras e tanto significado.

Assim deveria ser no nosso dia a dia, em casa, com a família, no trabalho, com os colegas. Todos gostam de ser reconhecidos publicamente. Para as pessoas , o que conta em termos de poder e relevância é o uso generoso e frequente do reconhecimento. Não dá mais para negar o poder e a praticidade do elogio.

Muitas empresas tem adotado o programa de reconhecimento e prêmios para reconhecer as pessoas que tanto merecem. E nesse processo, qualquer cargo ou ambiente de trabalho pode se tornar mais produtivo, estimulante e gratificante se todos soubessem o valor do elogio, do reconhecimento.

Algumas dicas eficazes para reconhecimentos e premiações.

  1. Faça com que a premiação combine com a pessoa – comece com as preferências pessoais e premie o colaborador de um modo que ele considere satisfatório. Essas premiações podem ser formais, informais, institucionais ou não, públicas ou privadas. O importante é que o colaborador sinta-se confortável, reconhecido. Para que o prêmio seja assertivo, faça pesquisa internas, pergunte-lhes o que eles mais valorizam. Esse é um método usado por muitas empresas.
  2. Faça com que a premiação combine com a realização – O reconhecimento eficaz deve ser customizado para que leve em consideração o significado da realização. Obviamente, um colaborador que conclui um projeto importante de muito tempo deve ser premiado de uma forma substancial do que outro que lhe presta apenas um favor. E , é claro, o prêmio deve estar relacionado ao tempo que você dispõe para planejar e executar e ao dinheiro que se tem para gastar.
  3. Aja no momento certo e específico – Para que sejam eficazes, as premiações precisam ser datadas assim que possível, logo que a realização ou o comportamento pretendidos sejam constatados. Aqueles que vêm semanas depois  ou meses mais tarde não incentivam tantos os colaboradores a repetir suas ações. Lembre-se sempre de contextualizar a conquista, explicando porque o prêmio está sendo oferecido.

Você pode também usar técnicas motivacionais aos seus colaboradores como:

  1. O gerente/líder parabenizar pessoalmente os colaboradores que realizam um trabalho significativo.
  2. O gerente/líder escrever notas pessoais a respeito de um bom desempenho
  3. A organização usar o desempenho como base para promoção.
  4. O gerente/líder reconhecer em público os colaboradores por um bom desempenho
  5. O gerente/líder realizar reuniões motivacionais para comemorar o sucesso.
O reconhecimento – agradecer em público ou dar um presente tangível – tem diversas funções, além da simples cortesia. Para o colaborador, o reconhecimento revela que alguém notou e que essa pessoa se importa. Para o resto da organização, o reconhecimento cria exemplos a serem seguidos – os de heróis – e divulga os padrões institucionais transmitindo sta mensagem “É isto o que a empresa considera um ótimo desempenho. “

O próximo post vamos falar dos princípios de reconhecer os colaboradores.

Até lá!

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Referências: Bob Nelson- Faça o que tem que ser feito.

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C de Líder

1- Um líder tem que ter e mostrar Curiosidade. Deve ouvir pessoas que estejam fora do círculo do “Sim, senhor”. Se ele não testa suas crenças e opiniões, como sabe que está certo? A falta de habilidade em ouvir é uma forma de arrogância. Isso pode parecer que ou você acha que sabe tudo, ou que, simplesmente, não se importa.

 2- Um líder deve ser Criativo, fazer algo que ninguém imaginaria, algo realmente diferente. O famoso pensar fora da caixa. Liderar é administrar mudanças – não importa se você lidera uma empresa , um país ou sua própria vida.

3- Um líder deve Comunicar. Eu não estou falando de fazer fofoca ou de soltar grunhidos. Estou falando sobre encarar a realidade e falar a verdade. E fazer isto de forma a não ferir ninguém. É uma competência que pode ser desenvolvida.

4- Um líder deve ser uma pessoa de Caráter. Isso significa saber a diferença entre certo e errado e ter coragem de fazer a coisa certa. Abraham Lincoln disse uma vez, “Se você quer testar o caráter de um homem, dê poder a ele”.

5- Um líder precisa ter Coragem. Presunção não é coragem. Falar alto também não é coragem. Coragem é o comprometimento de sentar numa mesa de negociação e falar.Ou, como disse Aristóteles: Coragem é a disposição de fazer o que é certo em qualquer circunstância.

6- Para ser um líder você precisa ter Convicção – um fogo, uma chama dentro de você. Você tem que ter paixão; tem que real e profundamente querer fazer algo até o fim.

7- Um líder deve ter Carisma. Carisma é a qualidade que faz com que pessoas queiram ser suas seguidoras. É a habilidade de inspirar. Pessoas se inspiram e seguem um líder porque elas confiam nele.Em sua origem a palavra carisma significa dom sagrado. Não vejo porque não traduzí-la hoje como competência, ou seja , aquilo que está entranhado profundamente em você ; que o diferencia dos demais.

8- Um líder deve ser Competente. Você tem que saber o que está fazendo. Mais importante que isso, você precisa se cercar de pessoas que saibam o que estão fazendo.Ou deve poder ajudá-las a descobrir.

9- Você não consegue ser um líder sem ter senso comum (common sense).

O maior C é de Crise. Líderes não nascem líderes, são criados. A liderança é lapidada em tempos de crise.

Se alguns de seus Cs estão em baixa, não se desespere. Sempre existe uma solução. A excelência está exatamente em descobrir qual e como.

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Sim, Demitir É Necessário

Quando a saga do gestor: “ESCOLHER o se time, PREPARAR, CONDUZIR, INCENTIVAR, AVALIAR e RECOMPENSAR” foi cumprida, mas sem resultado, é hora de admitir uma tarefa que também faz parte a construção efetiva de uma equipe: DEMISSÃO. Esta é a parte da ousadia.

A rotatividade espontânea de funcionários é comum e até saudável. Oxigenar o ambiente com novos hábitos, novos conhecimentos, novas práticas faz parte do desenvolvimento de qualquer time. Da mesma forma, a demissão provocada também é saudável e, assim, deve ser encarada.

Por que, então, existe tanta repudia por parte dos gestores na execução desta atividade? Já viram gestores delegando demissões para o departamento de Recursos Humanos, para pares e até para liderados? Ou ainda gestores que prolongam a demissão de um funcionário e, ao invés de resolver esta situação, provoca outros problemas na equipe? Sim, minha gente, está faltando ousadia.

Vamos começar do início. Vou contar uma história para vocês: em um dos projetos de desenvolvimento de liderança que coordenei, tivemos uma reunião para fechar a avaliação de uma das áreas da empresa e, nesta situação, foi decidido que dois coordenadores da empresa seriam demitidos por falta de performance. Estava claro para todos daquela sala que a demissão era efetiva e justa, inclusive para o gestor imediato destes funcionários. A demissão seria feita naquele mesmo dia, no final do período.

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9 passos para você avançar na carreira

Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino. Nenhuma  escolha será boa, porém, se não soubermos  quem somos e para onde queremos ir. A seguir, alguns passos para você para crescer dentro da empresa.

  1. Interesse-se por outras áreas, vá além do que o cargo e sua formação permite.
  2. Para garantir visibilidade, ofereça-se para ouvir, resolver e ajudar.
  3. Aprenda a falar com diferentes públicos, como profissionais de outros países, de outras áreas.
  4. As empresas precisam de alguém que pense nas perdas e ganhos financeiros e traduza os jargões da área.
  5. Tente prever o inédito e não tenha medo de perguntar o básico.
  6. Controle a agenda. Tenha tempo para fazer o necessário e entregar resultados.
  7. Sem alguém para ficar no seu lugar, a sua promoção emperra.
  8. Acompanhe as tendências de mercado, da sua empresa e sua profissão.
  9. Tenha um mentor (coach). Ele o ajudará na carreira e servirá de referência externa.
E boa sorte!!!
Ref. Você S/A
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Política de oportunidades iguais – 1

Uma  política de oportunidades iguais é o compromisso de uma empresa com o desenvolvimento de procedimentos e práticas que proporcionam verdadeira igualdade de oportunidades, para todos os funcionário, independentemente de sexo, estado civil, etnia ou deficiência. Sua área de responsabilidade vai além do estrito cumprimento da lei e assegura o uso eficaz de todos os recursos humanos na organização. Os gerentes de RH devem estar cientes da grande quantidade de leis sobre oportunidades iguais, contratação, direitos trabalhistas, relações de trabalho, direitos humanos, pensões,saúde e segurança e regulamentos subsidiários.

Vantagens

  • Capacidade de atrair pessoas com novas maneiras de pensar, tornando a força de trabalho mais diversificada e com uma composição mais rica em habilidades e experiência.
  • Capacidade de atrair os melhores talentos.
  • Uma força de trabalho mais estável, que retém os melhores profissionais ao assegurar que suas necessidades sejam totalmente atendidas.
  • Melhoria da reputação, caracterizando uma empresa com elevados padrões de ética.

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Cuidados essenciais para motivar

O que importa:

  • Colaboradores devem estar alinhados com o norte estratégico da companhia e ter clareza sobre as metas. É importante entender o objetivo final do seu trabalho, sua relevância dentro do quadro geral da empresa. Para isso, esta deve saber  se comunicar com as equipes.
  • Os gestores devem colocar as pessoas certas nas funções certas, respeitando o gosto de cada uma. Não adianta colocar uma pessoa introvertida no atendimento; é melhor respeitar as características  e dar-lhe uma função administrativa, por exemplo.
  • As pessoas precisam ser informadas sobre o seu desempenho para saber quais são seus erros e acertos.
  • O elogio também pode ser usando como um motivador. Se a pessoa só recebe retornos por meios de críticas, fica sem saber o que fazer para melhorar.
  • Os gestores devem saber ouvir os seus liderados. Muitas vezes, as pessoas que estão no operacional apontam soluções que a liderança não enxerga porque  não está presente no dia a dia.
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Como fazer Downsizing (demitir) com respeitabilidade

“Para um downsizing eficaz, deve-se ter empatia com as pessoas que estão perdendo seus empregos. O que se diz a elas influencia muito a opinião dos funcionários: se eles vêem a empresa como uma máquina de dinheiro ou se mantêm  o respeito por ela” Percy Barnevick

Não se engane: fazer o downsizing é extremamente difícil. Ele esgota todos os recursos de uma equipe de RH, incluindo seu discernimento e humanidade, ou pelo menos, deveria ser. Ninguém aguarda ansiosamente  um redimensionamento. Talvez seja por isso que os executivos normalmente excelentes os executem de maneira tão inadequada. Eles ignoram todos os sinais que apontam para a demissão de funcionários até que seja tarde demais para um planejamento adequado; são então forçados a agir imediatamente a fim de reduzir o sorvedouro de dinheiro decorrente do excesso de pessoal. As decisões extremamente difíceis sobre quem deverá ser dispensado, quanto tempo de aviso prévio receberá, a quantia de indenização por desligamento e até onde a empresa irá ajudar o funcionário demitido a encontrar outro emprego recebem atenção menos adequada. São decisões que influenciam tanto para o futuro da empresa como o dos funcionários demitidos e, por isso, devem ser examinadas com cuidado.

Então o que acontece?? Essas decisões são passadas para o departamento jurídico, cujo principal objetivo é reduzir o risco de ações judiciais, e não proteger o moral e o capital intelectual da organização. Portanto,  o downsizing geralmente é executado com eficiência rápida e sem compaixão, que deixa os profissionais demitidos revoltados, e os que sobreviveram sentindo-se desamparados, desmotivados e mal preparados para recomeçar a reconstrução de empresa.

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A Elegância do Comportamento (Avec élègance)

Elegância no comportamento é diferente de elegância no vestir ou ter etiqueta; de usar trajes e acessórios bem combinados ou de luxo; ou seguir regras preestabelecidas de comportamento social. É algo que deve estar presente com a pessoa dia e noite com o “coração cabendo todos”: amigos, colegas de trabalho, subordinados, concorrentes, fornecedores, adversários políticos, “discordantes de opinião” etc.

Deve estar presente em todos; nos proprietários de empresas, nos executivos, nos profissionais de sucesso, nos operários, nos funcionários das empresas, nos homens públicos, nos produtores e trabalhadores rurais, nos servidores públicos em todos os níveis, nos comerciantes, nos comerciários, nos professores, nos alunos, nos industriários, nos círculos de amizade, nos namorados, nos casais… Enfim, deve estar presente em todos e na relação entre “uns e outros e outros e uns”.

Manifesta-se no acordar com um sorriso no rosto agradecendo a Deus por tudo de bom que vem acontecendo, desejando um bom dia “de coração” para todos, a começar de quem está a seu lado, “esquecendo” eventual ponto de discordância ou mal-estar que possa ter aparecido. Está na forma de se movimentar, de falar, de ouvir, na atenção, no reconhecimento e retribuição de uma gentileza e no cumprimento aos outros, independentemente do nível hierárquico ou posição social.

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Por que preciso do RH?

O que fazer quando visualizamos uma oportunidade de crescimento 20 vezes maior que o tamanho atual da sua organização? Sem dúvida, a primeira pessoa que vem à minha mente de negócios de Recursos Humanos. Ele teria um papel fundamental na construção desse futuro, porém precisaria de um perfil e de práticas diferente das atuais de RH. Gostaria que meu parceiro de negócios tivesse a capacidade de visualizar comigo o tamanho da oportunidade e, para isso, investiríamos bastante tempo juntos, discutindo e materializando esse futuro. Logo após, o gestor de RH me ajudaria a desenhar a organização do futuro, seu tamanho e as competências necessárias. Feito isso, voltaríamos à nossa realidade e começaríamos nossa longa trajetória de construção, porém de forma mais rápida e estruturada, evitando imediatismos e soluções ultrapassadas. Sem dúvida, nosso trabalho começaria com uma fotografia da situação atual, por meio de um assessment (avaliação), que permitiria entender nossas deficiências  e as necessidades de desenvolvimento das pessoas. Nesse momento, teríamos de trabalhar em várias frentes ao mesmo tempo:

1- IDENTIFICAR ferramentas para eliminar as lacunas, mas nada de treinamentos em massa.

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Conviver com colegas de trabalho difíceis

Trabalhar com diferentes tipos de pessoas é rotina. E aprender a lidar com elas é necessário

Saber trabalhar em equipe e lidar com diferentes tipos de personalidades é fundamental para se destacar na carreira. Hoje em dia, é comum que pessoas de vários departamentos trabalhem juntas para desenvolver projetos e impulsionar o crescimento de uma empresa. E, para que isso aconteça, dois fatores indispensáveis devem estar em sintonia: bom relacionamento interpessoal e boa comunicação.

Mas como nem todo mundo é igual, comunicar-se e relacionar-se com pessoas pode ser um desafio desgastante. Especialmente, se os colegas tiverem temperamento difícil. Vera Martins, mestre em comunicação e mercado, especialista em medicina comportamental e pesquisadora do comportamento humano, de São Paulo (SP), classifica os cinco estilos de comportamentos difíceis mais comuns no ambiente de trabalho: o impositivo, o dono da verdade, o dissimulado, o passivo e o reclamão (veja abaixo as características).

“Se o profissional não souber lidar com esses comportamentos difíceis, esses colegas podem tirá-lo do seu trajeto profissional e levá-lo a direcionar energias para questões que não agregam nada ao seu trabalho. Se o profissional for dominado pelo medo de enfrentamento, sua imagem pode ser manchada por comentários maldosos e sua credibilidade cair por terra”, diz.

Vera também explica que esses tipos de comportamento se manifestam quando o profissional se vê em situações estressantes e ameaçadoras. “Normalmente, os comportamentos difíceis aparecem como forma de defesa em situações nas quais a pessoa se sente ameaçada. São atitudes movidas por emoções negativas, como medo, inveja, ciúme, raiva, frustração etc”, afirma. Veja as características dos cinco estilos mais comuns de comportamentos difíceis citados pela pesquisadora (e como lidar com elas):

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