Eis que quero compartilhar uma metáfora bacana para que vocês entendam a origem da palavra Feedback.
“Quando o primeiro foguete foi enviado à lua, na realidade não haviam tripulantes , eram apenas o foguete, a base aqui na terra, que acompanhava todo o processo e a lua. Depois de muito preparo e testes , chega o dia da partida. A viagem levaria horas ,e era preciso garantir que o foguete cumpriria com sua missão, que era pousar na lua, pois , se algo ocorresse, milhares de doláres seriam desperdiçados.
Cientes de tal responsabilidades, os engenheiros responsáveis pelo projeto previram a necessidade de colocar no foguete um equipamento transmissor que emitiria um sinal a base de controle das coordenadas do foguete. Com isso apenas não era suficiente, planejaram que o foguete precisaria receber um sinal de confirmação de sua rota.
Assim, de tempos em tempos, o foguete emitia um sinal para a base de suas coordenadas. A base tinha a responsabilidade de interpretar esse sinal e de enviar uma confirmação para o foguete, indicando que estava no caminho correto e , se não estivesse, o sinal emitido pela base continha instrução de correção, passando, de forma precisa, em quantos graus eram necessários corrigir sua rota e em qual direção.
O foguete, ao receber esse sinal, interpretava-o e, com isso, era capaz de acionar seus mecanismos de ajustes da direção, colocando o foguete na direção correta. O interessante é que o foguete ficava no aguardo da informação vinda da torre e, enquanto a informação não vinha, independente de ser positiva, no sentido que estava no caminho correto ou da informação que era precisa a correção da rota, o foguete continuava emitindo o sinal.
Com a viagem era longa, vários sinais eram emitidos pelo foguete, interpretados pela base e reenviados para o foguete, durante toda a trajetória, até o momentos que o foguete pousasse na Lua.
A esse processo de transmissão de informação entre foguete, a base e a correção da rota foi chamado de Feedback. E foi assim que se concretizou a visão de enviar um foguete não tripulado para a Lua”.
By Jozy
Fonte: Feedback para resultados na gestão por competências
Imagem: teclasap
Nascemos para fazer alguma coisa no mundo. Uma vida estagnada não tem graça para ninguém. Ligado à questão do trabalho, há sentimento de utilidade. Sem sentir-se útil para alguma coisa neste mundo é impossível que haja a experiência de auto-respeito, tão fundamental para a estabilidade e equilibrio.

Pelo próprio processo de educação e formação, muitas pessoas entram-se em profissões que não teriam escolhido se soubessem como seriam. Outros optaram conscientemente por uma área específica, mas, pelos maus relacionamentos em casa ou no trabalho, não conseguem sentir satisfação na sua função. Em primeiro lugar, esse contentamento não vem do trabalho em si mas pela maneira que está sendo encarado e realizado.
Um exemplo, talvez um externo, é a vida de um ascensorista. Objetivamente, pareceria um emprego tão chato, ficar o dia todo subindo e descendo dentro de um prédio numa caixinha de pessoas, com o tempo de expediente engatinhando à velocidade de tartaruga.
Um ascensorista com uma visão mais positiva poderia encarar o cargo como uma excelente oportunidade de encontrar muitas outras pessoas a quem poderia dar um palavra de otimismo ou de ânimo. Afinal, dentro dos elevadores, não parece que o ascensorista é o mais triste. É importante , antes de pensar em mudar de função, ou carreira, perguntar-se: “Estou encarando meu trabalho corretamente e fazendo o máximo para torná-lo agradável?” Se um ascensorista conseguir fazer isso, qualquer outra profissão será fácil.
Sem o apoio forte de uma profissão que garanta um rendimento para suprir as minhas necessidades e que dê satisfação, não importa o que faço com a minha vida interior ou os relacionamentos, a instabilidade vai surgir em algum momento para derrubar.
Por isso, reflita seu momento interior e veja o que pode ser feito para melhorar o exterior, e boa sorte.
By Jozy.
Imagem: comunidadebemsimples
Não poderia deixar de compartilhar esses dois vídeos com vocês.
Isso é trabalho em equipe. Pense nisso!
Artigo na Rhevistarh
Olá amigos!
Saber lidar com o estresse no mundo corporativo é uma qualidade cada vez mais desejada nos profissionais nos dias de hoje. Quantas anda essa sua competência?
Na nova “Era da Informação” no Brasil e no exterior, o estresse tornou-se parte da vida laboral. Colaboradores estão trabalhando mais horas do que antigamente. Tempo para relaxar durante o dia praticamente não existe mais (eu que o diga), pois tenho esse problema exemplo em casa. Portanto, e psicologicamente falando, basicamente todos estão enfrentando estresse no trabalho e na vida cotidiana. Todos sabem que isso é uma verdade, uma vez que nós mesmos estamos experimentando esse fenômeno.
Como você irá lidar com esse estresse- o qual também é conhecido como resiliência – irá, assim, afetar nosso sucesso de modo significativo. Você pode aprender a lidar com a tensão no trabalho mais eficazmente? Definitivamente. Isso é o que diz o psicólogo *Edward Hoffman (editora athena).
Durante a última década, um formidavel corpo de pesquisadores, formado por médicos, psicólogos, surgiu para mostrar que praticamente todos nós podemos minimizar as tensões no ambiente de trabalho, embora individualmente discordemos em quais atividades sejam mais úteis para tal. Por exemplo: alguns de nós se beneficiam mais praticando exercícios físicos regularmente; outros preferem atender a treinamentos sobre o manejo do estresse; e ainda, há (como eu) outros que preferem caminhar acompanhados de um bom amigo, que pode ser o seu cachorro. Adotar uma atitude otimista em relação ao futuro e perceber os obstáculos como desafios – não como adversários- também são duas atitudes cada vez mais associadas ao sucesso e eficaz manejo do estresse.
Seja sincero respondendo este quiz.
A linguagem corporal é uma ferramenta de comunicação, sendo assim, se você consegue entender o que o corpo tem a dizer, conseguirá entender melhor o que os outros estão dizendo, e também transmitir melhor a sua mensagem.
A expressão corporal é fortemente ligada ao psicológico, traços comportamentais são secundários e auxiliares. Geralmente é utilizada para auxiliar na comunicação verbal, porém, deve-se tomar cuidado, pois muitas vezes a boca diz uma coisa, mas o corpo fala outra.
Esse foi tema da Palestra dada por Paulo Sergio de Camargo grafólogo conceituado com vários livros publicados sobre grafologia e agora o mais recente livro “Linguagem Corporal”. A Palestra aconteceu na sede ABDT-SP em 28 de Julho 2010.
No dia 16 de Junho, na sede do CRA-SP tive a oportunidade de assistir a palestra do renomado coach Sulivan França que abordou do tema “Coaching, empreendedorismo e liderança”. Durante quase 2 horas Sulivan França, falou sobre a metodologia , como ela pode ser aplicada no dia a dia, os benefícios e também relatou cases de sucesso e tirou dúvidas do público que estava atento.
Grande parte dos participantes eram profissionais da área de Administradores e RH e eu (Jozy) estava lá.

Esse vídeo é muito interessante e quero compartilhar com você.
Pense e reflita.
O tema ainda é o mesmo “
Como desenvolver pessoas passivas”, nesse contexto vamos entender a enfrentar o problema.
Muitas vezes os líderes, gerentes permitem que o comportamento passivo continue sem controle porque ele não representa um perigo imediato. Entretanto, é importante começar a enfrentá-lo assim que for identificado. O primeiro passo é conversar com a pessoa e, nesse caso, conversar significa mais ouvir do que falar.
Encontre tempo para fazer perguntas e ouvir a pessoa – com calma e em particular – sobre o seu comportamento passivo. A ideia é começar a modificar o comportamento , o que ajudaria a mudar de atitudes latentes gradualmente. Deixe claro, desde o inicio, que você considera a passividade um problema que precisa ser tratado e comece a refletir sobre como poderá a judar.
Explique direitos e responsabilidades
Ressalte que todos têm responsabilidades e o direito de:
- cometer erros;
- dizer como se sentem e o que pensam;
- recusar acertos pedidos;
- dizer que não sabem, não concordam, não entendem ou precisem de ajuda
- dizer aos outros colaboradores que precisam melhorar o desempenho, e de que maneira.
Explique o básico da assertividade
Em nível bem básico, assertividade significa:
- reconhecer o ponto de vista da outra pessoa;
- expressar os fatos e seus próprios pensamentos e sentimentos, honesta e abertamente, sem rancor;
- sugerir um caminho construtivo a seguir quando surgirem problemas
- defender-se se estiver sendo explorado
Seja um modelo exemplar
Mostre como o comportamento assertivo pode ser eficaz, demonstrando-o você mesmo. Se um colaborador passivo vê que um líder age assertivamente, ouve problemas e encontra soluções sem partilhar a culpa, a pessoa estará mais propensa a ser incentivada a agir da mesma forma.
Dê sua aprovação e estímulo
Deixe sempre claro que a pessoa não tem nada a temer. Uma das raízes do comportamento passivo é que as pessoas têm medo de desaprovação e de entender errado. Explique suas expectativas. Deixe claro que aprovará o comportamento assertivo e que desaprovará a passividade. Incentive uma atmosfera no trabalho que realmente permita as pessoas se libertarem do medo. Faça uma pessoa imaginar as piores coisas que poderão acontecer se um projeto der errado, mas faça com que entendam que não serão prejudicadas. Em primeiro lugar, a pessoa que pratica assertividade pode realmente se comportar agressivamente - desestimule esse comportamento com cuidado, sem reprimir o esforço de mudança.
No ultimo post darei ideias para criar uma ambiente certo e alguns pontos de reflexões sobre o tema
Até lá.
By Jozy
Imagem: rpgonline
Participei recentemente de uma palestra oferecida pelo grupo Grethes sobre “Mudanças de atitudes positivas” e quero compartilhar com vocês esse vídeo que é muito bom e nos faz refletir um pouco sobre nós e o mundo.
Aproveite!!!!