1- Um líder tem que ter e mostrar Curiosidade. Deve ouvir pessoas que estejam fora do círculo do “Sim, senhor”. Se ele não testa suas crenças e opiniões, como sabe que está certo? A falta de habilidade em ouvir é uma forma de arrogância. Isso pode parecer que ou você acha que sabe tudo, ou que, simplesmente, não se importa.
2- Um líder deve ser Criativo, fazer algo que ninguém imaginaria, algo realmente diferente. O famoso pensar fora da caixa. Liderar é administrar mudanças – não importa se você lidera uma empresa , um país ou sua própria vida.
3- Um líder deve Comunicar. Eu não estou falando de fazer fofoca ou de soltar grunhidos. Estou falando sobre encarar a realidade e falar a verdade. E fazer isto de forma a não ferir ninguém. É uma competência que pode ser desenvolvida.
4- Um líder deve ser uma pessoa de Caráter. Isso significa saber a diferença entre certo e errado e ter coragem de fazer a coisa certa. Abraham Lincoln disse uma vez, “Se você quer testar o caráter de um homem, dê poder a ele”.
5- Um líder precisa ter Coragem. Presunção não é coragem. Falar alto também não é coragem. Coragem é o comprometimento de sentar numa mesa de negociação e falar.Ou, como disse Aristóteles: Coragem é a disposição de fazer o que é certo em qualquer circunstância.
6- Para ser um líder você precisa ter Convicção – um fogo, uma chama dentro de você. Você tem que ter paixão; tem que real e profundamente querer fazer algo até o fim.
7- Um líder deve ter Carisma. Carisma é a qualidade que faz com que pessoas queiram ser suas seguidoras. É a habilidade de inspirar. Pessoas se inspiram e seguem um líder porque elas confiam nele.Em sua origem a palavra carisma significa dom sagrado. Não vejo porque não traduzí-la hoje como competência, ou seja , aquilo que está entranhado profundamente em você ; que o diferencia dos demais.
8- Um líder deve ser Competente. Você tem que saber o que está fazendo. Mais importante que isso, você precisa se cercar de pessoas que saibam o que estão fazendo.Ou deve poder ajudá-las a descobrir.
9- Você não consegue ser um líder sem ter senso comum (common sense).
O maior C é de Crise. Líderes não nascem líderes, são criados. A liderança é lapidada em tempos de crise.
Se alguns de seus Cs estão em baixa, não se desespere. Sempre existe uma solução. A excelência está exatamente em descobrir qual e como.
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Quando a saga do gestor: “ESCOLHER o se time, PREPARAR, CONDUZIR, INCENTIVAR, AVALIAR e RECOMPENSAR” foi cumprida, mas sem resultado, é hora de admitir uma tarefa que também faz parte a construção efetiva de uma equipe: DEMISSÃO. Esta é a parte da ousadia.
Nunca tivemos tantas opções para decidir nosso destino. Nenhuma escolha será boa, porém, se não soubermos quem somos e para onde queremos ir. A seguir, alguns passos para você para crescer dentro da empresa.
Uma política de oportunidades iguais é o compromisso de uma empresa com o desenvolvimento de procedimentos e práticas que proporcionam verdadeira igualdade de oportunidades, para todos os funcionário, independentemente de sexo, estado civil, etnia ou deficiência. Sua área de responsabilidade vai além do estrito cumprimento da lei e assegura o uso eficaz de todos os recursos humanos na organização. Os gerentes de RH devem estar cientes da grande quantidade de leis sobre oportunidades iguais, contratação, direitos trabalhistas, relações de trabalho, direitos humanos, pensões,saúde e segurança e regulamentos subsidiários.
em estar alinhados com o norte estratégico da companhia e ter clareza sobre as metas. É importante entender o objetivo final do seu trabalho, sua relevância dentro do quadro geral da empresa. Para isso, esta deve saber se comunicar com as equipes.
“Para um downsizing eficaz, deve-se ter empatia com as pessoas que estão perdendo seus empregos. O que se diz a elas influencia muito a opinião dos funcionários: se eles vêem a empresa como uma máquina de dinheiro ou se mantêm o respeito por ela” Percy Barnevick
Elegância no comportamento é diferente de elegância no vestir ou ter etiqueta; de usar trajes e acessórios bem combinados ou de luxo; ou seguir regras preestabelecidas de comportamento social. É algo que deve estar presente com a pessoa dia e noite com o “coração cabendo todos”: amigos, colegas de trabalho, subordinados, concorrentes, fornecedores, adversários políticos, “discordantes de opinião” etc.
O que fazer quando visualizamos uma oportunidade de crescimento 20 vezes maior que o tamanho atual da sua organização? Sem dúvida, a primeira pessoa que vem à minha mente de negócios de Recursos Humanos. Ele teria um papel fundamental na construção desse futuro, porém precisaria de um perfil e de práticas diferente das atuais de RH. Gostaria que meu parceiro de negócios tivesse a capacidade de visualizar comigo o tamanho da oportunidade e, para isso, investiríamos bastante tempo juntos, discutindo e materializando esse futuro. Logo após, o gestor de RH me ajudaria a desenhar a organização do futuro, seu tamanho e as competências necessárias. Feito isso, voltaríamos à nossa realidade e começaríamos nossa longa trajetória de construção, porém de forma mais rápida e estruturada, evitando imediatismos e soluções ultrapassadas. Sem dúvida, nosso trabalho começaria com uma fotografia da situação atual, por meio de um assessment (avaliação), que permitiria entender nossas deficiências e as necessidades de desenvolvimento das pessoas. Nesse momento, teríamos de trabalhar em várias frentes ao mesmo tempo:
Não se trata obviamente de um novo paradigma de bruxaria administrativa, nem tampouco, queremos crer, a bola de cristal e os búzios que irão compor o “desing” da sala dos executivos. Não. Apenas serão necessários alguns esforços no sentido de saber ver… De programar-se para viver mudanças rápidas, em que o autoconhecimento e a percepção do outro representa instrumentos vitais para adaptação ao “novo”- que certamente já estamos vivendo. Em conseqüência surgiu a oportunidade de participarmos de um futuro que nós mesmos ajudamos a construir – que é mais confortável do que nos adaptar aos modelos que terceiros arquitetaram.